fevereiro 06, 2004
DR/Capítulo 8 - Não jogo mais!!
Pode, de facto, parecer um desperdício, uma viagem caríssima e eles passam-na a dormir. Onde é que já se viu!! Mas não era bem assim. Apenas passávamos pelas brasas (e só ocasionalmente) para poder bombar à grande a seguir. E não era só a dormir que ocupávamos o tempo. Numa das noites, depois de jantar, de modo a evitar a pasmaceira e o sono que se abatia sobre as nossas cabeças, juntámo-nos todos para uma cartada. Sim, alguém levou cartas!! E sim, foi o melhor que fizeram, não que a actividade de jogar às cartas seja do mais divertido que existe, mas porque tornou possível o episódio mais dahh!! da viagem.
Quais mentes brilhantes e cheias de originalidade, começámos a jogar ao tão famoso e divertido “Polícia e Ladrão”. Ora o que é que este jogo tem de especial? Nada. É instrutivo? Aprende-se alguma coisa? Não! É um jogo completamente novo e inovador, que todos gostam de jogar? Não! É divertido? O jogo em si, não! Toda a gente sabe jogar? Tem dias. Dá para passar um bom bocado? Pois, mais ou menos. Não se lembraram de mais nada? É pá foi isso…
Então estávamos todos muito entretidos a jogar ao Policia e ao Ladrão. Jogámos um, dois jogos. Pisca o olho daqui, mata alguém dali, olha para este, olha para aquele, o policia apanha o gaijo e pronto tá feito! Depois começa outro jogo. Olha para este, olha para aquele, olha para o outro, olha outra vez para este e para aquele. Esperas que alguém te pisque o olho. Esperas que alguém pisque o olho a alguém. Esperas que alguém morra. Ninguém morre. Ninguém pisca o olho. Isto durante minutos e minutos seguidos. Voltas a olhar para este, depois para aquele. Começas a desconfiar…"Pá matem alguém!!" Mas nada. No meu caso há uma altura em começas a achar piada à coisa. Que boa estratégia. O ladrão não mata ninguém e basicamente estamos aqui todos a olhar uns para os outros com cara de parvo. Que animado! Depois acaba a piada e a coisa começa a fartar. Passado quase meia hora, com o consentimento de todos dá-se fim ao jogo. Eis o momento tão esperado em que se vai descobrir quem é o anormal do ladrão que não dignou a matar ninguém. Eu sei que não era eu. Ok, também não era ele, não era ela, não era ela, não era ela, não era ela (foram só meninas na viagem), também não era ele… então afinal quem era o ladrão?! E foi nessa altura que chegámos à brilhante conclusão que tínhamos estado horas a jogar sem ladrão, porque o Joker tinha ficado colado na carta da xana. Eu tenho duas palavras para este triste episódio: grande dahhh!!!
Quais mentes brilhantes e cheias de originalidade, começámos a jogar ao tão famoso e divertido “Polícia e Ladrão”. Ora o que é que este jogo tem de especial? Nada. É instrutivo? Aprende-se alguma coisa? Não! É um jogo completamente novo e inovador, que todos gostam de jogar? Não! É divertido? O jogo em si, não! Toda a gente sabe jogar? Tem dias. Dá para passar um bom bocado? Pois, mais ou menos. Não se lembraram de mais nada? É pá foi isso…
Então estávamos todos muito entretidos a jogar ao Policia e ao Ladrão. Jogámos um, dois jogos. Pisca o olho daqui, mata alguém dali, olha para este, olha para aquele, o policia apanha o gaijo e pronto tá feito! Depois começa outro jogo. Olha para este, olha para aquele, olha para o outro, olha outra vez para este e para aquele. Esperas que alguém te pisque o olho. Esperas que alguém pisque o olho a alguém. Esperas que alguém morra. Ninguém morre. Ninguém pisca o olho. Isto durante minutos e minutos seguidos. Voltas a olhar para este, depois para aquele. Começas a desconfiar…"Pá matem alguém!!" Mas nada. No meu caso há uma altura em começas a achar piada à coisa. Que boa estratégia. O ladrão não mata ninguém e basicamente estamos aqui todos a olhar uns para os outros com cara de parvo. Que animado! Depois acaba a piada e a coisa começa a fartar. Passado quase meia hora, com o consentimento de todos dá-se fim ao jogo. Eis o momento tão esperado em que se vai descobrir quem é o anormal do ladrão que não dignou a matar ninguém. Eu sei que não era eu. Ok, também não era ele, não era ela, não era ela, não era ela, não era ela (foram só meninas na viagem), também não era ele… então afinal quem era o ladrão?! E foi nessa altura que chegámos à brilhante conclusão que tínhamos estado horas a jogar sem ladrão, porque o Joker tinha ficado colado na carta da xana. Eu tenho duas palavras para este triste episódio: grande dahhh!!!
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