outubro 31, 2004
caloira escsiana
Sinto-me velha, mais um ano mais uma recepcão ao calorio
A minha já foi à 5 anos. CINCO anos!!! Meu Deus tanto tempo!
Felizmente só se é caloiro uma vez na vida, ainda que muitos gostassem de o ser por mais tempo. Também não é qualquer um que chega a caloiro escsiano. Estes pertencem a uma estirpe diferente, muito mais à frente, são da classe do Langisigno Icónico Reumático Seboso.
A minha já foi à 5 anos. CINCO anos!!! Meu Deus tanto tempo!
Felizmente só se é caloiro uma vez na vida, ainda que muitos gostassem de o ser por mais tempo. Também não é qualquer um que chega a caloiro escsiano. Estes pertencem a uma estirpe diferente, muito mais à frente, são da classe do Langisigno Icónico Reumático Seboso.
Mulheres, ai, ai, ai
Mulheres, ai, ai, ai
Cheguem-se aqui
Corram um bocadinho
Se tiverem sorte
Ainda vai uma
E vão duas e vão três
Mas rapidinho!!!
Homens,
São malandros, são.
Então com é que é?!
Joelho no chão
Peçam com jeitinho
Ainda vai uma
E vão duas e vão três
Mas devagarinho!!!
outubro 03, 2004
luz vaga
Sou da casa quando não estás...
Dancei para te ver aqui, eu sei que nada mais pode me ajudar. É do nono andar? Sim, quis pedir ajuda, mas a língua estava morta. Sei lá! Parei de olhar, tenho uma corda acesa, prestes a queimar. Não és capaz de me levar a sério. Vou saltar em teu lugar.
"a mesa está posta agora é só servir"
Luz vaga, luz vesga, a tua cruz,
já não sai da cama a minha luz,
da sala, do quarto,
Pilha a palavra troca a quantidade
do assunto modal a tensão está normal,
o lábio fora da boca e a boca fora do mal.
Os teus olhos não são de gente
o teu ar foge para cima,
tens a perna no cimento tens a mão no pensamento,
ciclope, ciclo-turismo na parte de fora,
na nesga do abismo imaginário que remete
para onde ainda não fui
convite ao universo, com a tua própria cama,
fecha a luz no muro, prende a tábua à sensação.
Sou da casa quando não estás
Dancei para te ver aqui, eu sei
que nada mais pode me ajudar.
É do nono andar? Sim,
quis pedir ajuda, mas a língua estava morta.
Sei lá! Parei de olhar,
tenho uma corda acesa, prestes a queimar.
Não és capaz de me levar a sério.
Vou saltar em teu lugar.
Atrasa o passo levo o lenço à boca,
fica na mira do choque frontal,
não é o lenço é um animal,
um ruído feito no acto de fingir
seres mau, mesmo a dormir.
Dancei para te ver aqui, eu sei
que nada mais pode me ajudar.
É do nono andar? Sim,
quis pedir ajuda, mas a língua estava morta.
Sei lá! Parei de olhar,
tenho uma corda acesa, prestes a queimar.
Não és capaz de me levar a sério.
Vou saltar em teu lugar.
Dancei para te ver aqui…
Dancei para te ver aqui, eu sei
que nada mais pode me ajudar.
É do nono andar? Sim,
quis pedir ajuda, mas a língua estava morta.
Sei lá! Parei de olhar,
tenho uma corda acesa, prestes a queimar.
Não és capaz de me levar a sério.
Vou saltar em teu lugar.
"luz vaga" . mesa . 2003
Dancei para te ver aqui, eu sei que nada mais pode me ajudar. É do nono andar? Sim, quis pedir ajuda, mas a língua estava morta. Sei lá! Parei de olhar, tenho uma corda acesa, prestes a queimar. Não és capaz de me levar a sério. Vou saltar em teu lugar.
"a mesa está posta agora é só servir"
Luz vaga, luz vesga, a tua cruz,
já não sai da cama a minha luz,
da sala, do quarto,
Pilha a palavra troca a quantidade
do assunto modal a tensão está normal,
o lábio fora da boca e a boca fora do mal.
Os teus olhos não são de gente
o teu ar foge para cima,
tens a perna no cimento tens a mão no pensamento,
ciclope, ciclo-turismo na parte de fora,
na nesga do abismo imaginário que remete
para onde ainda não fui
convite ao universo, com a tua própria cama,
fecha a luz no muro, prende a tábua à sensação.
Sou da casa quando não estás
Dancei para te ver aqui, eu sei
que nada mais pode me ajudar.
É do nono andar? Sim,
quis pedir ajuda, mas a língua estava morta.
Sei lá! Parei de olhar,
tenho uma corda acesa, prestes a queimar.
Não és capaz de me levar a sério.
Vou saltar em teu lugar.
Atrasa o passo levo o lenço à boca,
fica na mira do choque frontal,
não é o lenço é um animal,
um ruído feito no acto de fingir
seres mau, mesmo a dormir.
Dancei para te ver aqui, eu sei
que nada mais pode me ajudar.
É do nono andar? Sim,
quis pedir ajuda, mas a língua estava morta.
Sei lá! Parei de olhar,
tenho uma corda acesa, prestes a queimar.
Não és capaz de me levar a sério.
Vou saltar em teu lugar.
Dancei para te ver aqui…
Dancei para te ver aqui, eu sei
que nada mais pode me ajudar.
É do nono andar? Sim,
quis pedir ajuda, mas a língua estava morta.
Sei lá! Parei de olhar,
tenho uma corda acesa, prestes a queimar.
Não és capaz de me levar a sério.
Vou saltar em teu lugar.
"luz vaga" . mesa . 2003
